Grupo RAR: cada vez mais embalagens, cada vez menos açúcarPúblico 2008-04-25 É pelas carteirinhas de açúcar que nos entram pelas casas dentro que o nome da RAR - Refinarias de Açúcar Reunidas continua a ser reconhecido pelos consumidores. Mas o negócio da "holding" gerida por Nuno Macedo Silva, que registou em 2007 um crescimento de mais de 30 por cento, atingindo os 800 milhões de euros, é cada vez feito de embalagens e de imobiliário, das viagens e dos tomates, e cada vez menos feito da refinação. Por agora, garante o presidente a diversificação do portefólio de negócios do grupo vai estagnar. Mas a procura de novos mercados não: a Rússia ainda é uma miragem, e a Turquia volta a ser possibilidade. Nas embalgens, é claro, com a ColepCCL, agora integralmente detida pela RAR, a assegurar praticamente metade da facturação do grupo, e que terá uma nova fabrica na Polónia.
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